quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Escolas que exigem material coletivo podem ser multadas (Podendo ser de R$ 400 até R$ 6 milhões)





No início de todo ano é sempre um corre-corre dos pais para adquirirem os materiais escolares para seus filhos, e muitas das vezes recebem listas enormes que as escolas exigem, mas caso exigirem material coletivo podem levar multa até R$ 6 milhões. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e os Institutos de Defesa do Consumidor (Procon) estarão em alerta para cobranças abusivas neste início de ano. As multas aplicadas poderão variar entre R$ 400 e R$ 6 milhões, de acordo com o faturamento da instituição. De acordo com a Senacon, os pais que tiverem dúvida se o material é de uso coletivo ou individual deverão procurar a escola para esclarecimentos. Sobre o aumento das mensalidades, a escola também deverá apresentar uma planilha de custos e gastos que justifiquem o reajuste.
Essas determinações estão na Lei 12.886/2013. Os pais devem comprar aquilo que os filhos forem consumir pedagogicamente, seja individualmente, seja coletivamente, em sala de aula. Portanto, produtos como resmas de papel para cópia, material de higiene e limpeza, giz, pincel atômico, copos e grampeador não devem ser comprados. Esses materiais já deverão estar incluídos nas mensalidades. A exigência de determinada marca também é configurada como abuso. 
A Senacon explica que em todo início de ano letivo os Procons fazem o acompanhamento de listas escolares e pesquisas de preços para fornecer aos consumidores. Órgãos locais conseguem verificar de forma mais próxima o que ocorre. O Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) faz a fiscalização. Dados de todas as empresas e reclamações dos consumidores vão para o sistema.
A orientação é que os consumidores que detectarem abusos por parte das instituições procurem o Procon mais próximo de sua localidade. No Brasil existem 293 Procons. No Distrito Federal, o órgão promove a Operação Passa-Régua, que fiscaliza os centros de ensino. No início do mês, nove das 13 escolas fiscalizadas foram autuadas.
Nossa cidade não tem PROCON, e não é de hoje que se observa o ato abusivo das escolas em sua relação que exigem para os alunos, e estes quando saem das escolas para pegar seus históricos têm que pagar, pena que muitos não tem o conhecimento de seus direitos, que a meu ver LEGISLAÇÃO REFERENTE A TODOS SEUS DIREITOS COMO CIDADÃO, deveria ser uma disciplina assim como português,matemática e outras obrigatórias segundo LDB.



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